
Os 3 tipos mais comuns de transplante de córnea
O olho humano é composto por estruturas muito delicadas e que precisam estar saudáveis para não comprometerem a nossa visão. Uma dessas estruturas é a córnea, um tecido fino e transparente que permite a entrada da luz que forma as imagens que enxergamos.
De modo geral, uma córnea saudável deve estar bem transparente, ter espessura e curvatura adequadas, não apresentar cicatrizes ou inchaço, e estar livre de infecções
Se há um grande dano a essas características, pode ser necessário recorrer a um transplante, procedimento que hoje, devido aos avanços da medicina, atinge excelentes resultados.
COMO FUNCIONA?
O transplante de córnea respeita uma lista de espera cadastrada nos bancos de olhos espalhados pelo país. Essa lista caminha em ordem cronológica, com prioridade para casos graves que envolvem úlcera ocular, perfurações e outras doenças.
Como bem defende o Ministério da Saúde, qualquer pessoa pode ser doadora de córnea. Não é necessário fazer documentos ou registros formais, basta que a família tenha conhecimento do seu desejo e autorize a doação após o óbito
O procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia local e sem a necessidade de internação. O oftalmologista remove a córnea afetada e a substitui pela saudável, fixada através de suturas. Com os devidos cuidados, o pós-operatório é tranquilo e o paciente colhe benefícios em pouco tempo.
QUAIS OS TIPOS DE TRANSPLANTE MAIS COMUNS?
A Academia Americana de Oftalmologia classifica o procedimento em:
– Transplante total: também chamado de penetrante, consiste na troca de toda a espessura da córnea, por isso, tem um período de recuperação mais longo (até um ano).
– Transplante lamelar: é a ceratoplastia lamelar anterior profunda (DALK) ou transplante parcial, comum em complicações decorrentes do ceratocone. Nesse caso, troca-se apenas a camada externa da córnea.
– Transplante endotelial: caracteriza-se pela substituição da camada interior, o endotélio. A escolha da técnica depende de cada caso e da avaliação do oftalmologista. De modo geral, as chances de rejeição são bem menores.
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