
O momento ideal para a sua CIRURGIA REFRATIVA
É comum ouvirmos histórias de pessoas que sempre enxergaram muito bem desde o nascimento, até que em um belo dia perceberam que a letra da professora no quadro estava pequena demais, difícil de entender.
As coisas pareciam estranhas, mas a vida seguiu.
Passou mais um tempo e as placas de rua, cartazes e letreiros do ônibus ficaram embaçados. De repente, até a cabeça começou a doer mais do que o normal, principalmente depois de um longo tempo de leitura ou em frente ao computador.
Não sei se é o seu caso, mas pra essas pessoas o diagnóstico quase sempre é um erro refrativo, como a miopia, hipermetropia e astigmatismo. Esses problemas estão associados ao tamanho do globo ocular ou a irregularidades na anatomia da nossa córnea, podendo evoluir gradativamente ao longo da vida.
Quem tem um erro refrativo e procura o médico encontra uma solução clássica: óculos e lentes de contato. Uns se adaptam facilmente, outros nem tanto, e nessa situação uma boa alternativa é a cirurgia refrativa a laser, procedimento que corrige as imperfeições da córnea para devolver a boa visão sem a necessidade de recorrer aos acessórios.
QUAIS OS TIPOS DE CIRURGIA REFRATIVA?
As duas principais técnicas são a PRK (PhotoRefractive Keratectomy), indicada para pacientes com córneas mais finas ou com graus mais altos, e a LASIK (Laser-assisted In Situ Keratomileusis), realizada nos casos de córneas mais grossas e graus mais baixos.
Vale a pena ressaltar que ambos são realizados após anestesia tópica (colírio), são indolores, altamente seguros e têm ótimos resultados. A definição do tipo ideal para cada situação depende da avaliação feita pelo oftalmologista.
QUAL O MOMENTO IDEAL PARA OPERAR?
De modo geral, a cirurgia a laser é mais apropriada para quem tem um grau moderado de erro refrativo e que, de preferência, esteja estabilizado há pelo menos um ano.
Além disso, como bem reforça uma renomada instituição de saúde americana, é preciso ter mais de 18 anos e respeitar alguns critérios:
– CONTRAINDICAÇÕES: diagnóstico prévio de doença ocular progressiva, ceratites, uveítes e outras infecções oculares, lesões e distúrbios na pálpebra, glaucoma e catarata.
– PONTOS DE ATENÇÃO: córnea muito fina, uso frequente de medicamentos imunossupressores, gravidez, diabetes e diagnóstico de doenças autoimunes.
Em todos os casos, é fundamental consultar um oftalmologista e se submeter a alguns exames. Se você tiver alguma dúvida sobre esse ou qualquer outro procedimento, fique à vontade para entrar em contato. Você pode acompanhar os meus conteúdos pelas redes sociais (@drclaudiopicosse) e agendar uma consulta pelos telefones que estão sinalizados no topo do meu site:
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